PLATÃO O FILOSOFO DO MUNDO IDEAL
Platão
pertencia á uma das mais nobres famílias de Atenas, onde nasceu em 428
a.C. Seu nome verdadeiro era Arístocles, mas recebeu a alcunha de Platão
devido talvez à sua constituição física: plato, em grego significa "de ombros largos". Como todos aristocratas de sua época, recebeu umaCONTINUE LENDO
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TOCQUEVILLE E A DEMOCRACIA
"Em nossos dias, os homens vêem que os poderes constituídos se desmoronam em todas as partes, assistem à morte de toda a autoridade antiga, as velhas barreiras vacilam e caem e, ante esse espetáculo, turva-se o juízo dos mais sábios." Assim Tocqueville expressava seu assombro diante das profundas mudanças originadas da Revolução Industrial e da Revolução Francesa. A " velha ordem" que durante séculos reinara na Europa ruíra e os pensadores sociais do século XIX dirigiam suas atenções para os novos rumos que tomaria a sociedade ocidental. Seria possível reconciliar os antigos valores sagrados com as novas realidades politicas e econômicas? Que papel caberia ao individuo na nascente sociedade de massas? Como seriam distribuídos a riqueza os privilégios e o poder? O que restaria das comunidades tradicionais, com seu sistema de autoridade e baseado em laços pessoais de honra e fidelidade? Não só o pensamento de Tocqueville, mas a própria sociologiaCONTINUE LENDO
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VOLTAIRE FILOSOFIA E SÁTIRA
Certa vez um nobre francês, desdenhando do nome de Fraçois Marie Arouct Voltaire, pela sua origem de baixa nobreza, recebeu como resposta. " O nome que trago, meu senhor, é obscuro. Mas eu ao menos, honrei-o". Por essa resposta considerada insolente, Voltaire pagou com uma estada forçada na Bastilha, seguida de um exílio na Inglaterra. Essa não foi a primeira nem seria a última vez em que Voltaire se veria as voltas com a prepotência. Seu valor como pensador vem justamento do fato de ter dito o que disse na época que viveu.PARA COMEÇAR UMA PRISÃO
Voltaire nasceu em Paris em 1694. Filho de um tabelião (notário), ficou órfão de mãe muito cedo. Aos dez anos, em 1704, foi interno no Louis le Grand, colégio de jesuítas, onde permaneceu por sete anos. Aos dezesseis anos, iniciou o estudo de direito, obedecendo ao desejo do pai. Mais tarde, Voltaire abandonaria a advocacia, observando que desgostara diante da "profusão de coisas inúteis com que haviam desejado carregar sua cabeça". Ainda jovem, viu-se entregue aos
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"É
um homem de vida extremamente desorganizada: não tem hora para levantar
nem para se deitar. Frequentemente, passa as noites em claro. Depois,
ao meio-dia, deita-se num sofá e dorme até anoitecer, sem se preocupar
com as pessoas que estão sempre entrando em sua casa. "Sua esposa é uma
mulher culta e simpática, que se acostumou à miséria e a essa vida
boêmia. Tem duas filhas e um filho, menino muito bonito. "Quando as
pessoas entram na casa, são envolvidas por uma nuvem de fumaça e se vêem
obrigadas a caminhar cautelosamente, como se estivessem numa caverna.
Nada disso o constrange, nem à sua mulher; os dois recebem os visitantes
com amabilidade, trazendo-lhes fumo e alguma coisa para beber. Uma
conversa inteligente e amável acaba, então, por compensar as
deficiências da casa, tornando suportável sua falta de conforto." Esse
relatório, feito por um agente policial que frequentou a casa de Karl
Marx em Londres, em 1852, termina dizendo que a descrição era "um quadro
fiel da vida familiar do chefe comunista Karl Marx." Efetivamente, não
se tratava de uma descrição tão fiel assim, já que omitia detalhes
importantes sobre as reais condições em que o filósofo vivia em Londres.
Certamente, o policial desconhecia uma carta escrita por Marx a seu
amigo Engels, nesse mesmo ano de 1852: "Minha mulher está doente. Minha
filha Jenny está doente. Heleninha (a fiel criada de sua mulher) está
com uma espécie de febre nervosa. Não pude, e não posso, chamar o
médico, por falta de dinheiro para os remédios. Há oito dias que
alimento minha família unicamente com pão e batata. E não sei se vou
poder comprar o pão e batata para hoje." Mas de qualquer forma, o
relatório fixa um instante da vida de Marx, servindo como documento
valioso para recompor o mosaico de sua biografia.
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QUEM FOI KARL MARX
"É
um homem de vida extremamente desorganizada: não tem hora para levantar
nem para se deitar. Frequentemente, passa as noites em claro. Depois,
ao meio-dia, deita-se num sofá e dorme até anoitecer, sem se preocupar
com as pessoas que estão sempre entrando em sua casa. "Sua esposa é uma
mulher culta e simpática, que se acostumou à miséria e a essa vida
boêmia. Tem duas filhas e um filho, menino muito bonito. "Quando as
pessoas entram na casa, são envolvidas por uma nuvem de fumaça e se vêem
obrigadas a caminhar cautelosamente, como se estivessem numa caverna.
Nada disso o constrange, nem à sua mulher; os dois recebem os visitantes
com amabilidade, trazendo-lhes fumo e alguma coisa para beber. Uma
conversa inteligente e amável acaba, então, por compensar as
deficiências da casa, tornando suportável sua falta de conforto." Esse
relatório, feito por um agente policial que frequentou a casa de Karl
Marx em Londres, em 1852, termina dizendo que a descrição era "um quadro
fiel da vida familiar do chefe comunista Karl Marx." Efetivamente, não
se tratava de uma descrição tão fiel assim, já que omitia detalhes
importantes sobre as reais condições em que o filósofo vivia em Londres.
Certamente, o policial desconhecia uma carta escrita por Marx a seu
amigo Engels, nesse mesmo ano de 1852: "Minha mulher está doente. Minha
filha Jenny está doente. Heleninha (a fiel criada de sua mulher) está
com uma espécie de febre nervosa. Não pude, e não posso, chamar o
médico, por falta de dinheiro para os remédios. Há oito dias que
alimento minha família unicamente com pão e batata. E não sei se vou
poder comprar o pão e batata para hoje." Mas de qualquer forma, o
relatório fixa um instante da vida de Marx, servindo como documento
valioso para recompor o mosaico de sua biografia.____________________________________________________________________________________________
SÓCRATES
A vida de Sócrates transcorreu em tempos que foram os mais gloriosos mas também os mais difíceis para a cidade que lhe serviu de berço: Atenas. Dez anos antes de seu nascimento, a Grécia saíra milagrosamente daquele turbilhão que ameaçara desmoronar-lhe e dissipar sua já notável civilização: as guerras persas. Embora Esparta conservasse ainda o prestígio da cidade militar, foi justamente neste período que Atenas se apresentou ao cenário nacional como cidade marinheira, aquela Atenas que, antes de então, sempre tinha sido uma cidade rica somente de gênio e ousadia. Era composta de um povo de mercadores e de guerreiros, de marinheiros e artistas inovadores ao extremo e governada pelo grande Péricles, segundo as leis de Sólon. Nasceu Sócrates, no ano de 469 A.C., em Alopécia, às margens do Maratona. Seu pai, Sofrônico, era estatuário; a mãe, Fenarete era parteira. Sócrates nasceu com uma irresistível e exclusiva propensão para a vida de pensador; nascido para observar, conhecer, para refletir, tendo por único objetivo ampliar o conhecimento de si mesmo, Sócrates aproveitou-se do movimento político e da fermentação citadina que Péricles fomentara em Atenas, mas dela participou como douto, quase isolado completamente dos acontecimentos que se verificavam sob seus olhos. Bem mais perto de seu espírito estavam as conversações dos sábios, que de todos os pontos da Grécia afluíram para Atenas.
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"Se
o princípio de que a soma dos triângulo é igual a dois ângulos retos
fosse contrário ao interesse dos proprietários, ter-se-ia tentado
anulá-lo, queimando os livros de geometria" Thomas Hobbes falava assim
para os que sobrepunham a paixão ao conhecimento. O ser humano, enquanto
satisfeito, viveria em paz, não por amor à própria paz, mas por
interesse egoísta. Esse é o princípio de sua obra mais famosa o Leviatã, um tratado político que lhe valeu algumas perseguições e muitos discípulos.
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THOMAS HOBBES
"Se
o princípio de que a soma dos triângulo é igual a dois ângulos retos
fosse contrário ao interesse dos proprietários, ter-se-ia tentado
anulá-lo, queimando os livros de geometria" Thomas Hobbes falava assim
para os que sobrepunham a paixão ao conhecimento. O ser humano, enquanto
satisfeito, viveria em paz, não por amor à própria paz, mas por
interesse egoísta. Esse é o princípio de sua obra mais famosa o Leviatã, um tratado político que lhe valeu algumas perseguições e muitos discípulos.
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